Qualquer articulação do sistema
músculo-esquelético em movimento produz um campo elétrico.
Esse campo é essencial para o processo de auto-regeneração
das cartilagens, ossos e outros tecidos conjuntivos (músculos,
tendões e ligamentos). Fatores como idade, excesso de
peso, desgaste, doenças ou lesões articulares provocadas
pela prática do esporte causam o distúrbio desse campo
elétrico e impedem, assim, os processos de reconstrução
e regeneração dos tecidos articulares.
O tratamento PST consiste no envio
à articulação afetada de campos eletromagnéticos pulsáteis
de baixa intensidade e freqüência variável. Os pulsos
PST atuam na reconstrução do campo elétrico fisiológico,
estimulando o metabolismo e a atividade dos condrócitos
(células das cartilagens), reativando assim o processo
inato e biológico de regeneração dos tecidos afetados.
PST é, portanto, um tratamento
não-invasivo que atua nos mecanismos biológicos de regeneração
dos tecidos. Os campos magnéticos PST reproduzem um campo
elétrico cujas propriedades são equivalentes às produzidas
pelo próprio organismo.
A tecnologia PST é resultado de
30 anos de pesquisas, tendo sido apresentada em diversos
congressos internacionais nos últimos anos, sendo objeto
de várias dezenas de estudos e de publicações em revistas
médicas e científicas que comprovaram seus resultados
e sua eficácia. Foi lançada comercialmente na Alemanha
em 1996 e tem sido adotada progressivamente em vários
países da Europa, Américas do Norte e do Sul, Ásia e Oriente
Médio.